Conheça alguns dos equipamentos usados no mundo real que podem ter sido inspirados pelos games.Aqui mesmo no Entre Coisas, você já deve ter visto que muitas das tecnologias que são comuns no nosso dia a dia, ou que devem fazer parte da nossa rotina em breve, surgiram para fins militares.
Mas não é apenas nos campos de batalha que os cientistas se inspiram para criar novos equipamentos que facilitem as nossas vidas. Como já foi retratado neste artigo, os pesquisadores podem e parecem extrair ideais da ficção, seja lendo um livro ou assistindo a um filme.
Outra fonte de inspiração dos cientistas são os video games, afinal, eles também são humanos e devem gastar várias horas do seu tempo livre jogando. Desta vez, você vai descobrir algumas das tecnologias que estão extrapolando o mundo dos jogos para se tornarem realidade.
Cura instantânea
Se você já jogou algum título de ação, especialmente jogos de tiro em primeira pessoa (FPS para os mais inteirados no assunto), sabe que ter um kit de primeiros socorros (popularmente conhecidos como “medpac” ou “medkit”) na mala ou no bolso é fundamental para chegar até o final do game.
Sim, no mundo real já existem kits de primeiros socorros, mas apenas para pequenos ferimentos e que não são capazes de reestabelecer a sua vitalidade em questão de segundos. Bom, não fazem isso por enquanto.
O primeiro passo nesse sentido foi dado por Joe Landolina, estudante da Universidade de Nova York, que desenvolveu uma substância chamada Veti-Gel visando estancar sangramentos relativamente graves em questão de segundos.
Aí vai a bomba...
Quem já se aventurou em Gears of War deve se lembrar de um tipo de granada que explode a partir de uma diretriz previamente definida, como a aproximação de um inimigo. Esse tipo de arma oferecia como grande vantagem a possibilidade de você ferir oponentes escondidos.
Durante um conflito real, os soldados devem se deparar com situações bastante parecidas, principalmente com atiradores que permanecem escondidos atrás de estruturas como muros ou galpões. Não podemos afirmar, mas parece que alguns cientistas se basearam nesse jogo para criar o XM-25.
Esse armamento nada mais é que um lançador de granadas que podem ser programadas para serem explodidas em determinado ponto da sua trajetória. Assim, o combatente poderia disparar um projétil por cima daquilo que protege seu inimigo, mas deixando que a carga explosiva caia sobre a cabeça do alvo.
Vida extra
Nos games, há sempre uma chance a mais — uma “vida” escondida em algum canto do cenário ou quando você morre volta para o último checkpoint. Acho que não precisamos comentar que no mundo offline, até onde as áreas do conhecimento nos permitem concluir no presente momento, isso seria impossível de acontecer.
Ok, você não poderia ser ressuscitado quantas vezes quisesse, mas poderia ter um avatar. Assim, caso sofresse um acidente, somente essa extensão do seu corpo ficaria danificada. Você, propriamente dito, continuaria íntegro — ideia que inclusive já foi abordada nos filmes, como em “Avatar” ou “Os substitutos”.
Os avanços tecnológicos da robótica mostram que isso é viável e caminha para virar realidade. Contudo, há quem deseje ir mais longe, como o bilionário russo Dmitry Itskov. O rapaz criou um projeto batizado de 2045 Initiative, que pretende aplicar a transferência de informações cognitivas aos avatares.
Basicamente, a iniciativa quer permitir o transplante das suas lembranças para um novo “cérebro”. Ou seja, você teria um corpo jovem e saudável (e provavelmente robótico) com todas as experiências que adquiriu ao longo da sua vida “anterior” — até o ponto em que seremos meros hologramas com uma consciência humana de centenas de anos ou mais. Assim, em teoria, você poderia viver eternamente!
Quantas balas você ainda tem?
Empunhar uma arma no mundo virtual é por muitos motivos mais simples do que na vida real. Um deles é o fato de você sempre ter em um dos cantos da tela um indicador de quantas balas você ainda possui no pente (ou no tambor, para aqueles que preferem armamentos clássicos).
Em situações de combates do lado de fora dos computadores e consoles, é bem possível que você só se dê conta de que a munição acabou depois de apertar o gatilho e não sair nenhuma bala da arma. Porém, esse inconveniente pode estar com os dias contados — e você não vai precisar aprender uma técnica para contar quantos tiros já disparou.
Michael Ciuffo fabricou um pequeno dispositivo que pode ser acoplado à arma e fica responsável por automatizar essa árdua tarefa. Na gravação em que o inventor demonstra a sua criação, você pode perceber que ela ainda é bem simples e com muitas funções manuais. Quem sabe, com algum investimento e inovações, o aparelho consiga identificar o tipo de armamento utilizado e a realização de uma troca de pente.
Tiros precisos
Ainda no tocante às armas e tiros nos jogos, outra facilidade encontrada nos ambientes constituídos de pixels é o auxílio de mira — há inclusive títulos que oferecem recursos de mira automática. Aí, você para e pensa: isso nunca conseguirá ser reproduzido fora dos video games?
Uma coisa que temos aprendido com o passar dos anos é que quase nada é impossível para a tecnologia. A empresa TrackingPoint, especializada na fabricação de equipamentos bélicos, criou um sistema baseado em Linux capaz de atirar com uma precisão cirúrgica.
O rifle XS1 possui um botão de “rastreamento”. Quando esse recurso é acionado, a arma cria um ponto de marcação no alvo. Feito isso, o alvo pode se mover o quanto quiser, pois, na próxima vez em que a indicação registrada pelo sistema e a mira da arma se encontrarem... Pow!
Outra peculiaridade deste armamento é que ele pode se conectar a dispositivos via WiFi, o que permite a realização de comandos remotamente de um smartphone ou tablet, por exemplo. Para ter um XS1 é preciso desembolsar US$ 17 mil (aproximadamente R$ 38 mil).
Aprimorando suas habilidades
Em muitos jogos, principalmente os futuristas, o seu personagem é capaz de incrementar suas habilidades de diferentes maneiras, incluindo o uso de equipamentos mecânicos, mutações, ervas ancestrais e outras substâncias químicas.
Por exemplo, na franquia Bioshock, você pode melhorar o desempenho dos protagonistas por meio dos Plasmids, que são soros especiais criados a partir de células-tronco do próprio “usuário” — modificando-o geneticamente e dando a ele determinadas capacidades inexistentes anteriormente.
Com as pessoas de carne e osso, os experimentos que vêm sendo realizados não possuem tanta complexidade. Mas pesquisadores estão usando medicamentos e até entorpecentes para potencializar algumas características dos seres humanos. Uma delas é o fármaco modafinil, um remédio usado para o tratamento da narcolepsia e apneia do sono.
Contudo, descobriu-se que ele também é capaz de deixar você acordado por cerca de 40 horas sem qualquer redução da sua capacidade mental e de concentração — algo que em uma situação comum seria anormal depois de tanto tempo sem deixar o cérebro descansar. A força aérea dos EUA está estudando a possibilidade de, em casos específicos, fornecer esse medicamento para seus pilotos — os quais muitas vezes trabalham em operações bastante longas e que exigem o máximo de atenção.
Informações o tempo todo e em tempo real
Uma grande diferença entre ser soldado em jogo e na realidade é a facilidade com que você tem acesso a informações, como a posição dos seus companheiros, um mapa de onde está ocorrendo o confronto e um inventário com os itens que esteja carregando.
Com o desenvolvimento do Google Glass, os óculos da gigante das buscas que possui conexão com a internet e compatibilidade com a realidade aumentada, vários cientistas já estão buscando adaptar tais funcionalidades para outros dispositivos. Entre eles, alguns engenheiros do Ulsan National Institute of Science and Technology, na Coreia do Sul, inventaram lentes de contato que promovem as mesmas funções do produto da Google.
Embora pareça lógico ser usado no meio militar, nada impede que em pouco tempo possamos usar um aparato desses para nos informar a melhor rota para o trabalho, a previsão climática do dia ou como anda a nossa saúde sem precisar carregar um gadget pesado ou colocar uns óculos que aparentam estar quebrados.
Veículo antimíssil
Títulos de guerra não faltam, mas uma característica é muito compartilhada em boa parte deles: alguns veículos parecem indestrutíveis. Calma, os cientistas ainda não descobriram um novo tipo de metal que seja impenetrável. Mas a tecnologia tem ajudado os meios de transportes dos soldados a ficarem mais seguros.
A DARPA, um dos órgãos responsáveis pelo desenvolvimentos de novas tecnologias para o exército dos EUA, criou um sistema de proteção batizado de Iron Curtain, que intercepta mísseis antes que eles atinjam o carro.
O mecanismo consiste em sensores que captam a proximidade do projétil e ativam uma arma que dispara contra ele. Assim, o explosivo é acionado antes de alcançar o veículo — promovendo uma redução dos danos causados a ele, caso o foguete o tivesse acertado.
Se abandonarmos o absurdo evolucionista e o preconceito, e olhar as referências históricas e descobertas com uma mente imparcial , o que é um encontro de civilizações que usavam tecnologias altamente avançadas. restos deixados do antigo Egito, os maias e os sumérios indicam que os ramos da ciência, como a eletroquímica, Eletricidade, eletromagnetismo, metalurgia, hidrogeologia, medicina, química e física foram usados para uma considerável extensão. eletricidade foi eficiente gerada e amplamente utilizada no Egito antigo. A bateria Bagdade e as luzes do primeiro arco foram utilizadas nesse momento.
Mas seria a geração elétrica limitada a isto no antigo Egito? Um exame cuidadoso da história egípcia imediatamente revela a sofisticação na iluminação perfeita. Nenhuma fuligem foi encontrada nos corredores das pirâmides ou os túmulos dos reis, porque essas áreas foram acesas usando eletricidade. Relevos mostram que os egípcios usavam lanternas de mão alimentadas por fontes sem cabos de energia. A lâmpada de arco usado no Farol de Alexandria é mais uma prova de que a eletricidade foi usada no Egito antigo.
A energia necessária para alimentar o Farol de Alexandria durante 24 horas por dia só poderia ter sido fornecida por uma fonte elétrica regular. As pirâmides do Egito foram plantas gigante energética com geração de eletricidade O invólucro exterior da Grande Pirâmide foi coberto de branco tufo calcário, assim bem construída que nem mesmo a lâmina de uma navalha poderia caber entre os blocos. O calcário branco tufo não contém magnésio e tem altas propriedades de isolamento. Esta propriedade de isolamento da electricidade impedia a liberação de energia sem controle no interior da pirâmide . Os blocos de pedra utilizados no interior da pirâmide eram feitos de uma outra forma de cristal contendo calcário que é um condutor eléctrico extremamente elevado e uma pequena quantidade de metal, o que permite uma potência máxima de transmissão. Os eixos dentro da pirâmide foram revestidos com granito. Granito, como um condutor, é uma substância ligeiramente radioativa e permite a ionização do ar no interior destes eixos.
Quando olhamos para um cabo elétrico isolado, vemos que os materiais condutores e isolamentos são utilizados da mesma maneira como nas pirâmides. As propriedades condutoras e isolantes da pirâmide são um exemplo de engenharia impecável. No entanto, uma fonte de energia é necessária para a geração de eletricidade. No planalto de Gizé, onde ficam as pirâmides está cheio de canais de água subterrâneos. As pirâmides sobem acima de camadas de calcário, estando os espaços entre elas, cheio de água. Estas camadas de rochas especiais que transmitem eletricidade para cima, como eles carregam água subterrânea para a superfície são conhecidas como aqüíferos. O fluxo e alto volume do rio Nilo que passa por esses aqüíferos produzem uma corrente elétrica. Isto é conhecido como físio-eletricidade. câmaras subterrâneas da pirâmide são condutores de granito construídas dentro da rocha conhecidas como fisio-eletricidade. Esta corrente eléctrica é conduzida diretamente para a parte superior do granito das câmaras subterrâneas das pirâmides cobertas .
O Granito é um bom condutor de Eletricidade. O campo electromagnético que se forma na parte inferior da pirâmide é transmitido sob a forma concentrada para as camadas superiores da pirâmide. No topo da pirâmide continha ouro capstone, ouro sendo um excelente condutor de eletricidade. Esta seção não existe mais em nossos dias. Isto significa que o topo da pirâmide perdeu a sua estrutura de geometria perfeita. Este espigão de ouro facilitou um caminho condutor para a transferência de iões negativos para a ionosfera. Desta forma, uma corrente foi gerada. Como é que servem para mover o campo eletromagnético no chão com a ajuda de um aquífero? uma formulação idêntica desta tecnologia, empregada no Egito 5.000 anos atrás, foi usado por Nikola Tesla, um inventor de energia elétrica e tecnologia no início de 1900, em uma torre que ele construiu no Estados Unidos da América. Tesla, o inventor da tecnologia fundamental, tal como a elétrica alternada de motor, corrente elétrica, rádio, laser e radar, foi bem sucedido em transmitir simultaneamente som e imagens entre os continentes na torre Wardenclyffe ele construiu entre 1901 e 1917. Ele fez uma fonte externa de energia elétrica para isso, e mesmo aplicada a tecnologia de transmissão sem fio de energia. Tesla também tinha construído sua torre acima de um aqüífero e descarregava os íons negativos do aqüífero para a torre. A tecnologia electromagnética utilizada na torre famosa de Tesla é idêntica ao campo eletromagnético criado na construção das pirâmides. Ambos os sistemas geram íons negativos e os transmiti sem a necessidade de cabos elétricos. relevos mostram claramente que os egípcios usavam de lâmpadas alimentadas por cabos elétricos. Essas lâmpadas são uma reminiscência de descrições Nicola Tesla mostrar que a sua corrente alternada era segura. Na Feira Mundial de Chicago 1893, Tesla transmitiu uma corrente elétrica alternada através de seu corpo para acender uma lâmpada que ele tinha na mão sem o uso de cabos elétricos. Esta escultura em relevo mostra uma antena wireless. Os egípcios usavam antenas e sem cabos de energia para comunicação sem fio. No alívio da esquerda é um transmissor entalhado, com um receptor no lado esquerdo. Essa evidência indica que os egípcios usavam energia sem fio gratuita para fins de comunicação. Esta escultura em relevo mostra uma instalação de fabricação de fios. Os egípcios utilizavam fios para os seus tecidos naquela época, eram tão finos como os fabricados por máquinas hoje. Os egípcios também utilizavam energia elétrica em suas fábricas de tecelagem. Foi visto que muitos objetos de ouro que permaneceram desde o antigo Egito eram de fato muito finamente banhado a ouro. Revestimento de ouro, tão perfeitos, como nestas peças, requerem o uso de eletricidade. A medição eletromagnética totalmente feita em torno da Grande Pirâmide é idêntico ao que fez durante uma tempestade com relâmpagos. Há um campo eletromagnético poderoso em torno da Grande Pirâmide. Isto pode ser observado por meio de uma experiência simples. Quando com uma garrafa embrulhada em um pano úmido no topo da pirâmide, podemos observar faíscas voando da garrafa, como se estivesse em cima de uma bobina de alta tensão. as pirâmides não foram usados como TÚMULOS As pirâmides sempre foram interpretadas como os túmulos dos faraós. Mas, na verdade, não houve inscrições de qualquer tipo que tivessem aparecido nos corredores da Grande Pirâmide. Isto sugere um edifício funcional, ao invés de um mausoléu. Uma caixa de pedra vazia foi encontrada no eixo central da pirâmide que os arqueólogos chamam Câmara do rei. Eles alegaram que este continha o caixão do faraó, mas que desde que foi roubado agora está vazio. Mas o exame das dimensões da caixa de pedra e o local específico no qual foi instalado revela um diferente estado de coisas. Esse ponto é apenas onde a parte que falta de estrutura condutora da pirâmide, e o projeto todo, sugerem que deveria ser. Se um material supercondutor foi instalado aqui, a pirâmide pode fabricar eletricidade suficiente para todo o Egito. Este supercondutor é pode ter sido a Arca da Aliança, que era conhecida por ter estado no Egito nos tempos antigos, e cujas dimensões são exatas para caber dentro do peito de pedra. O profeta Moisés (PECE) foi aprovada pelo Faraó e, de acordo com registros históricos, foi criado como um administrador por causa de sua moral, inteligência superior, e habilidades. Uma das fases de treinamento de liderança no antigo Egito era o ensinamento de todos os segredos do Egito e do conhecimento da energia. Além de suas outras propriedades, também há várias referências ao Arca da Aliança servindo como um capacitor, e que esta era a fonte de energia do Egito. O profeta Moisés (PECE) é conhecido por ter tomado a Arca da Aliança com ele quando fugiu do Egito. De acordo com as referências históricas, uma das razões pelas quais Faraó perseguiu o profeta Moisés (PECE) até o último momento, e esforçou-se para pegá-lo a qualquer preço, era a Arca da Aliança , porque Faraó estava ciente de que toda a glória e magnificência do Egito estaria perdida sem eletricidade. referências históricas “também mostram que a civilização egípcia atingiu seu auge durante o reinado de Ramsés II, que viveu no mesmo tempo que o profeta Moisés (PECE). Mas essas civilizações entraram em colapso em menos de 10 anos depois de Ramsés II, e Giza foi mesmo abandonada. A cidade, uma vez que o centro da civilização, permaneceu abandonada até a dinastia ninho lá se estabeleceram. Foram os egípcios a única sociedade a utilizar a tecnologia elétrica sem fio? Os relevos deixados pelos maias e assírios também conter imagens de técnicas semelhantes às aplicada nas pirâmides. Toda esta informação, mais uma vez demonstram que não havia povos primitivos e sociedades no passado, como os evolucionistas nos querem fazer crer. Em termos de civilização, as comunidades mais ou menos desenvolvidas têm vivido lado a lado em todos os momentos ao longo da história.Uma sociedade que existia há milhares de anos desfrutou de uma tecnologia muito mais avançada em comparação com uma vida no século 20. E isso nos mostra que o desenvolvimento não é parte de um processo evolutivo, em outras palavras, que não há crescimento linear a partir de um nível primitivo da civilização para um mais desenvolvido na história.
//O Egito antigo é uma das civilizações mais impressionantes estabelecidos pela humanidade . Antigos egípcios tinham vasta experiência e conhecimento tal que não pode ser a sequência de uma sociedade primitiva. Entre desviou idólatra egípcios, havia sábios que tiveram a sabedoria que vem dos tempos do Profeta Noé (PECE) e Abraão Profeta (saw). Esses sábios judeus usado para empregar o conhecimento dos períodos de profetas anteriores. Um de tal conhecimento era o uso de eletricidade para a iluminação. A descoberta de esculturas de parede ou vários frisos descoberto no Templo de Hathor de Dendera Temple Complex no Egito revelou uma peça especialmente fascinante de informações sobre os antigos egípcios. Uma grande parte dos frisos, examinado abaixo, estão no complexo do templo de Dendera. . Estes mostram que os antigos egípcios obtido usando lâmpadas de iluminação e da técnica de luz arco Fechar inspecção dessas imagens no Templo de Hathor mostra que a alta tensão de isolamento foi utilizada, assim como o de hoje, o que é apoiado por uma coluna retangular se assemelha uma lâmpada (que se acredita ter sido usado como um isolante e conhecida como a Coluna Djed). Esta semelhança surpreendente com as lâmpadas que usamos hoje é mais marcante. t é uma crença generalizada na ciência alternativa que nossos antepassados possuíam uma tecnologia muito maior conhecimento do que nossa ciência escolar está disposto a aceitar.
Muitas dessas teorias estão faltando base séria e são muitas vezes baseadas em especulações a descoberto, como a máquina de Manna eu discutimos antes. Mas a teoria de que a eletricidade era conhecido e usado na Antiguidade parece repousar sobre uma base muito mais estável. Sob o Templo de Hathor em Dendera há inscrições que descrevem um objeto de bulbo, como alguns têm sugerido que é uma reminiscência de um “tubo de Crookes” (uma lâmpada cedo). A chave para toda a teoria está a algumas centenas de quilômetros a leste do Egito, no hoje é o Iraque. Há alguns potes estranhos foram encontrados. Alguns contidos estanques cilindros de cobre, colados na abertura com asfalto. No meio do cilindro era de uma barra de ferro, mantida no seu lugar, também com asfalto. A escavadeira que encontrou o primeiro destes potes em 1936 era certeza: este é um elemento galvânico, uma bateria primitivo. Reconstruções de fato mostrar que era possível para criar eletricidade com ele. Outro elemento-chave para o electro-tese é realmente algo que está faltando. É um enigma onde escolar ciência está capitulando. Fuligem. Em nenhum dos muitos milhares de túmulos subterrâneos e poços de pirâmide foi encontrado um único vestígio de fuligem, como nos é dito pelos autores do electro-tese, embora muitos destes túmulos estão cheios de pinturas, muitas vezes coloridas. Mas as fontes primitivas de luz os egípcios conheciam (velas, lâmpadas de óleo, etc) são sempre deixando fuligem e estão usando oxigênio. Então como é que os egípcios recebem a iluminação? Alguns racionalistas estão discutindo com espelhos, mas a qualidade das placas de cobre os egípcios usavam como espelhos não eram bons o suficiente para isso. Muitos pesquisadores da história trouxeram evidências para a frente esse desafio ou mesmo destruir crenças ortodoxas. Erich Von Daniken é um desses pesquisadores que trazem revelações como a lâmpada do Antigo Egipto Luz para a luz desafiando a crença ortodoxa que Thomas Edison inventou a lâmpada e corrente contínua. Iluminação no antigo Egito foi fornecida usando as lâmpadas clássicas que empregamos hoje. As imagens egípcias mostram-bulbo, como dispositivos com fios de filamentos, um titular e fios atuais. As lâmpadas tinham filamentos permitindo corrente elétrica flua em seu interior. o grande egiptólogo John Gardner Wilkinson, apontou que os antigos egípcios “pinturas oferecem representações poucas lâmpadas, tochas, ou qualquer outro tipo de luz.” Por que, quando eles repetidamente ilustrar quase todos os outros artigos egípcio? A resposta está no fato de que as autoridades modernas não estão simplesmente à procura de luzes elétricas em monumentos antigos para que eles simplesmente não reconhecê-los. Como sabemos hoje, ejetores certos fluidos (bombas de arrastamento) (A) irá produzir um vácuo relativamente forte, especialmente se um arranjo em cascata é usado para as bombas – ou seja, vários componentes idênticos estão ligados em série. Se uma ampola de vidro com duas peças de metal atingindo interior (B), (C) é evacuado, a descarga vai ocorrer a uma tensão muito menor, dependendo do tamanho do balão de vidro (D). A uma pressão de aproximadamente 40 torr (40 mm de coluna de mercúrio), uma linha de luz vai encerrar a sua forma a partir de uma peça de metal para o outro (E). Se a evacuação continua, a linha se amplia ainda mais, até que, eventualmente, preenche o bulbo de vidro inteiro. Exatamente o que as imagens das câmaras subterrâneas do templo de Hathor sugerir. Como mostram os relevos antigos nas paredes do templo de Hathor egípcia de Dendarah, sacerdotes do faraó, assim como conhecimento na ciência como na religião, deve ter conhecido o segredo de eletricidade. Estes relevos mostram figuras humanas de pé ao lado do bulbo em forma de estruturas. Não é preciso ser um esforço de imaginação para reconhecer estes objetos como superdimensionados lâmpadas. Cobras presas dentro desses objetos realizar um movimento ondulatório. Será que eles simbolizam descargas elétricas? As cobras emanar a ponta central de uma flor de lótus. Um desenho preciso do ponto de vista físico. Afinal, este é exatamente o ponto onde a intensidade do campo atinge o seu máximo em um soquete da lâmpada moderna. Assim, a flor de lótus pode ser interpretado como o soquete da lâmpada, ligado através da mangueira de cabo-como a algum tipo de armazenamento de energia. Toda a estrutura é suportada por pilares tipo isolador Djec com armas, muitas vezes directamente ligado com as cobras. Egiptólogos consultar os itens ilustrados como “objetos de culto” sem saber o seu significado original. Nesta foto descoberto em uma parede do túmulo no Templo de Dendera, um cabo elétrico está levando longe de uma lâmpada com três lâmpadas. As imagens egípcias mostram-bulbo como dispositivos com fios de filamentos, um detentor e fios atuais. Na foto abaixo, a pessoa está lendo textos quadro na parede, iluminando a área circundante com a lâmpada na mão. Uma prova de que os antigos egípcios podem ter usado a eletricidade é a ausência de quaisquer vestígios de fuligem nas paredes interiores de seus túmulos e pirâmides. Se, como arqueólogos evolucionistas manter-se usaram tochas e lamparinas para a iluminação, então vestígios de fuligem, inevitavelmente, foram deixados para trás. No entanto, não existem tais vestígios em qualquer lugar, nem mesmo nas câmaras mais profundas. Teria sido impossível para a construção de continuar sem a iluminação necessária a ser prestado, nem, ainda mais importante, para os magníficos murais ter sido pintados nas paredes. Isso reforça a possibilidade de que a eletricidade foi, de fato, usado no Egito Antigo. Djed A Coluna, freqüentemente encontradas em hieróglifos egípcios, pode simbolizar equipamentos elétricos tais. A Coluna Djed pode servir como um gerador de luz a ser fornecida desta maneira. Ao contrário do que afirmam os evolucionistas, a história da humanidade está cheia de provas de que os povos antigos possuíam tecnologias muito superiores e civilizações do que se acreditava. Uma dessas provas é de conhecimento os antigos egípcios “de eletricidade. Erich Von Daniken é um desses pesquisadores que trazem revelações como a lâmpada do Antigo Egipto Luz para a luz desafiando a crença ortodoxa que Thomas Edison inventou a lâmpada e corrente contínua. Iluminação no antigo Egito foi fornecida usando as lâmpadas clássicas que empregamos hoje. As imagens egípcias mostram-bulbo, como dispositivos com fios de filamentos, um titular e fios atuais. As lâmpadas tinham filamentos permitindo corrente elétrica flua em seu interior. o grande egiptólogo John Gardner Wilkinson, apontou que os antigos egípcios “pinturas oferecem representações poucas lâmpadas, tochas, ou qualquer outro tipo de luz.” Por que, quando eles repetidamente ilustrar quase todos os outros artigos egípcio? A resposta está no fato de que as autoridades modernas não estão simplesmente à procura de luzes elétricas em monumentos antigos para que eles simplesmente não reconhecê-los. Como sabemos hoje, ejetores certos fluidos (bombas de arrastamento) (A) irá produzir um vácuo relativamente forte, especialmente se um arranjo em cascata é usado para as bombas – ou seja, vários componentes idênticos estão ligados em série. Se uma ampola de vidro com duas peças de metal atingindo interior (B), (C) é evacuado, a descarga vai ocorrer a uma tensão muito menor, dependendo do tamanho do balão de vidro (D). A uma pressão de aproximadamente 40 torr (40 mm de coluna de mercúrio), uma linha de luz vai encerrar a sua forma a partir de uma peça de metal para o outro (E). Se a evacuação continua, a linha se amplia ainda mais, até que, eventualmente, preenche o bulbo de vidro inteiro. Exatamente o que as imagens das câmaras subterrâneas do templo de Hathor sugerir. Como mostram os relevos antigos nas paredes do templo de Hathor egípcia de Dendarah, sacerdotes do faraó, assim como conhecimento na ciência como na religião, deve ter conhecido o segredo de eletricidade. Estes relevos mostram figuras humanas de pé ao lado do bulbo em forma de estruturas. Não é preciso ser um esforço de imaginação para reconhecer estes objetos como superdimensionados lâmpadas. Cobras presas dentro desses objetos realizar um movimento ondulatório. Será que eles simbolizam descargas elétricas? As cobras emanar a ponta central de uma flor de lótus. Um desenho preciso do ponto de vista físico. Afinal, este é exatamente o ponto onde a intensidade do campo atinge o seu máximo em um soquete da lâmpada moderna. Assim, a flor de lótus pode ser interpretado como o soquete da lâmpada, ligado através da mangueira de cabo-como a algum tipo de armazenamento de energia. Toda a estrutura é suportada por pilares tipo isolador Djec com armas, muitas vezes directamente ligado com as cobras. Egiptólogos consultar os itens ilustrados como “objetos de culto” sem saber o seu significado original. Nesta foto descoberto em uma parede do túmulo no Templo de Dendera, um cabo elétrico está levando longe de uma lâmpada com três lâmpadas. As imagens egípcias mostram-bulbo como dispositivos com fios de filamentos, um detentor e fios atuais. Na foto abaixo, a pessoa está lendo textos quadro na parede, iluminando a área circundante com a lâmpada na mão. Uma prova de que os antigos egípcios podem ter usado a eletricidade é a ausência de quaisquer vestígios de fuligem nas paredes interiores de seus túmulos e pirâmides. Se, como arqueólogos evolucionistas manter-se usaram tochas e lamparinas para a iluminação, então vestígios de fuligem, inevitavelmente, foram deixados para trás. No entanto, não existem tais vestígios em qualquer lugar, nem mesmo nas câmaras mais profundas. Teria sido impossível para a construção de continuar sem a iluminação necessária a ser prestado, nem, ainda mais importante, para os magníficos murais ter sido pintados nas paredes.Isso reforça a possibilidade de que a eletricidade foi, de fato, usado no Egito Antigo. Djed A Coluna, freqüentemente encontradas em hieróglifos egípcios, pode simbolizar equipamentos elétricos tais. A Coluna Djed pode servir como um gerador de luz a ser fornecida desta maneira. Ao contrário do que afirmam os evolucionistas, a história da humanidade está cheia de provas de que os povos antigos possuíam tecnologias muito superiores e civilizações do que se acreditava. Uma dessas provas é de conhecimento os antigos egípcios “de eletricidade. Erich Von Daniken é um desses pesquisadores que trazem revelações como a lâmpada do Antigo Egipto Luz para a luz desafiando a crença ortodoxa que Thomas Edison inventou a lâmpada e corrente contínua. Iluminação no antigo Egito foi fornecida usando as lâmpadas clássicas que empregamos hoje. As imagens egípcias mostram-bulbo, como dispositivos com fios de filamentos, um titular e fios atuais. As lâmpadas tinham filamentos permitindo corrente elétrica flua em seu interior. o grande egiptólogo John Gardner Wilkinson, apontou que os antigos egípcios “pinturas oferecem representações poucas lâmpadas, tochas, ou qualquer outro tipo de luz.” Por que, quando eles repetidamente ilustrar quase todos os outros artigos egípcio? A resposta está no fato de que as autoridades modernas não estão simplesmente à procura de luzes elétricas em monumentos antigos para que eles simplesmente não reconhecê-los. Como sabemos hoje, ejetores certos fluidos (bombas de arrastamento) (A) irá produzir um vácuo relativamente forte, especialmente se um arranjo em cascata é usado para as bombas – ou seja, vários componentes idênticos estão ligados em série. Se uma ampola de vidro com duas peças de metal atingindo interior (B), (C) é evacuado, a descarga vai ocorrer a uma tensão muito menor, dependendo do tamanho do balão de vidro (D). A uma pressão de aproximadamente 40 torr (40 mm de coluna de mercúrio), uma linha de luz vai encerrar a sua forma a partir de uma peça de metal para o outro (E). Se a evacuação continua, a linha se amplia ainda mais, até que, eventualmente, preenche o bulbo de vidro inteiro. Exatamente o que as imagens das câmaras subterrâneas do templo de Hathor sugerir. Como mostram os relevos antigos nas paredes do templo de Hathor egípcia de Dendarah, sacerdotes do faraó, assim como conhecimento na ciência como na religião, deve ter conhecido o segredo de eletricidade. Estes relevos mostram figuras humanas de pé ao lado do bulbo em forma de estruturas. Não é preciso ser um esforço de imaginação para reconhecer estes objetos como superdimensionados lâmpadas. Cobras presas dentro desses objetos realizar um movimento ondulatório. Será que eles simbolizam descargas elétricas? As cobras emanar a ponta central de uma flor de lótus. Um desenho preciso do ponto de vista físico. Afinal, este é exatamente o ponto onde a intensidade do campo atinge o seu máximo em um soquete da lâmpada moderna. Assim, a flor de lótus pode ser interpretado como o soquete da lâmpada, ligado através da mangueira de cabo-como a algum tipo de armazenamento de energia. Toda a estrutura é suportada por pilares tipo isolador Djec com armas, muitas vezes directamente ligado com as cobras. Egiptólogos consultar os itens ilustrados como “objetos de culto” sem saber o seu significado original. Nesta foto descoberto em uma parede do túmulo no Templo de Dendera, um cabo elétrico está levando longe de uma lâmpada com três lâmpadas. As imagens egípcias mostram-bulbo como dispositivos com fios de filamentos, um detentor e fios atuais. Na foto abaixo, a pessoa está lendo textos quadro na parede, iluminando a área circundante com a lâmpada na mão. Uma prova de que os antigos egípcios podem ter usado a eletricidade é a ausência de quaisquer vestígios de fuligem nas paredes interiores de seus túmulos e pirâmides. Se, como arqueólogos evolucionistas manter-se usaram tochas e lamparinas para a iluminação, então vestígios de fuligem, inevitavelmente, foram deixados para trás. No entanto, não existem tais vestígios em qualquer lugar, nem mesmo nas câmaras mais profundas. Teria sido impossível para a construção de continuar sem a iluminação necessária a ser prestado, nem, ainda mais importante, para os magníficos murais ter sido pintados nas paredes.Isso reforça a possibilidade de que a eletricidade foi, de fato, usado no Egito Antigo. Djed A Coluna, freqüentemente encontradas em hieróglifos egípcios, pode simbolizar equipamentos elétricos tais. A Coluna Djed pode servir como um gerador de luz a ser fornecida desta maneira. Ao contrário do que afirmam os evolucionistas, a história da humanidade está cheia de provas de que os povos antigos possuíam tecnologias muito superiores e civilizações do que se acreditava. Uma dessas provas é de conhecimento os antigos egípcios “de eletricidade.
Nos EUA, o PlayStation 4 terá preço sugerido de US$ 400
Acredite se quiser: o PlayStation 4 vai custar R$ 3.999 no Brasil. O anúncio foi feito pela Sony nesta quinta-feira (17), em comunicado à imprensa e também pelo PS Blog.
O videogame chega ao país dia 29 de novembro, duas semanas após o lançamento nos EUA e mesma data de lançamento na Europa e restante da América Latina.
Nos EUA o PS4 sai por US$ 400, valor inferior em US$ 100 ao do Xbox One, da Microsoft. Curiosamente, no Brasil a situação se inverteu: o PS4 é nada menos que R$ 1.800 mais caro.
E os games?
Os jogos da Sony para o videogame terão preço sugerido de R$ 179, ou seja, R$ 20 mais barato do que havia sido antecipado por engano pela loja online brasileira da Sony, que disponibilizou acidentalmente a versão digital de "Knack" em pré-venda por R$ 199.
O preço dos jogos também é curioso: enquanto lançamentos de PS4 saem por R$ 179, novidades para o PS3 têm preço sugerido de R$ 149 desde junho de 2012. Nos EUA, lançamentos para os dois videogames saem pelo mesmo preço de US$ 60.
Questionada por UOL Jogos sobre o preço do PlayStation 4 no Brasil, a Sony disse que "entre 60 e 70% do preço do console são impostos".
E aqui esta um link de imagens de jogos deste grande console.=)
Tecnologia vestível – A Pulseira com sistema de notificações
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Após o lançamento do incrível Google Glass e dos relógios inteligentes da Apple e Samsung, a moda da ‘tecnologia vestível” vem se tornando cada vez mais popular.
Embora grande parte mercado ainda seja dominado por grandes organizações, as pequenas empresas também estão ganhando seu espaço.
Conheça o Embrace+, uma pulseira que alerta ao usuário sobre as notificações do seu smartphone através de uma combinação de estímulos visuais e táteis, mesmo que o dispositivo esteja dentro de uma bolsa ou bolso.
A pulseira pode exibir notificações sobre ligações, nível da bateria, mensagens, email e atualizações sociais, tudo isso com apenas algumas configurações básicas.
O gadget ainda é um projeto e não foi lançado oficialmente, mas através da Kickstarter eles já atingiram a verba necessária para a produção em massa e brevemente estará disponível no mercado.
Este video que achei quase mesma função da pulseira
A tecnologia é no que se chama os aparelhos avançandos por exemplo: o computador, os aviões, etc…
Mais não são, num entanto, a historia da tecnologia é tão antiga quanto á civilização e até um arco e flecha pode ser considerado uma tecnologia avançada.
historia da tecnologia
A história da tecnologia é quase tão antiga quanto a história da humanidade, e se segue desde quando os seres humanos começaram a usar ferramentas de caça e de proteção. A tecnologia tem, consequentemente, embutida na cronologia do uso dos recursos naturais, porque para serem criadas todas essas ferramentas sao precisos recursos naturais adequado.A história da tecnologia segue uma progressão das ferramentas simples e das fontes de energia simples às ferramentas complexas e das fontes de energia complexas, as tecnologias mais antigas converteram recursos naturais em ferramentas simples.
Tipos de tecnologia
Também podemos classificar a tecnologia de acordo com seu campo de estudo: Ciências aplicadas Arte e linguagem Tecnologia da informação Tecnologia militar e tecnologia de defesa Tecnologia doméstica ou residencial Engenharia Tecnologia da madeira Tecnologia medicinal Tecnologia do comércio Tecnologia digital Tecnologia educacional
A evolução da tecnologia
A tecnologia evoluiu ao longo dos anos e hoje somos uma sociedade verdadeiramente tecnológica. Não conseguimos viver sem tecnologia, esta é a realidade e se de um momento para o outro nos retirassem todas as nossas gadgets, nós deixávamos de viver! O ser humano, dotado de sua inteligência, buscou formas, durante toda a história, de vencer os obstáculos impostos pela natureza. Desta forma, foi desenvolvendo e inventando instrumentos tecnológicos com o objetivo de superar dificuldades. Podemos dizer que a necessidade é a mãe das grandes invenções tecnológicas.
O grande colisor de hádrons (LHC) do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern) já tem um sucessor: o ILC. A inauguração deve ocorrer em aproximadamente quinze anos, provavelmente no Japão. Isso não será, portanto, o fim do espaço franco-suíço, já que a busca dos segredos da matéria é um grande esforço global.
O Colisor Linear Internacional (International Linear Collider, ou "ILC") já está pronto no papel. Fruto de dez anos de pesquisas, reunindo mais de mil cientistas e engenheiros de uma centena de universidades e laboratórios de mais de vinte países, seus planos foram apresentados oficialmente em 12 de junho ao conselho do comitê internacional que controla os futuros aceleradores. A cerimônia ocorreu sucessivamente na Universidade de Tóquio, no Cern em Genebra e no Fermilab (laborátório especializado em física de partículas de alta energia dos Estados Unidos localizado em Batavia, próximo a Chicago, Illinois, EUA), três lugares de destaque na área da física de partículas, ligadas por videoconferência.
O ILC será composto de dois aceleradores lineares funcionando face a face. Neles irão colidir elétrons e suas antipartículas (pósitrons), fortemente carregados de energia. As colisões irão ocorrer dentro dos detectores no centro de uma máquina de 31 quilômetros de comprimento. Em regime pleno funcionamento, os pacotes de elétrons e de pósitrons se encontrarão sete mil vezes por segundo. Cada pacote conterá vinte bilhões de partículas concentradas em um espaço muito menor do que a espessura de um fio de cabelo, o que faz com que a taxa de colisão seja bastante elevada.
Fatias de torta, caroços de cereja e matéria negra
Colisões elétron-pósitron são o que fazia o LEP, predecessor do LHC no CERN, que foi desativado em 2000. Só que naquela época, a energia das colisões era limitada a 209 GeV (gigaelétron-volt). O ILC poderá chegar a 1000 GeV, quando atingir sua plena potência.
Mas a potência não é tudo. A grande vantagem dos aceleradores elétron-pósitron é a nitidez dos resultados. Isso porque o elétron e o pósitron são partículas elementares, enquanto os prótons do LHC são compostos de várias outras partículas, menores. Para retomar a imagem popularizada por um físico japonês, é como se o LHC enviasse umas contra as outras fatias de torta de cereja. A colisão produz um magma de massa, de açúcar e, às vezes, temos a sorte de observar o choque de dois caroços de cereja. No ILC só haverá choque de caroços de cereja.
E para encontrar o que? Não os famosos Bosón de Higgs, a pedra angular da estrutura fundamental do universo, já que o LHC já o fez, a 126 GeV. De fato, a nova máquina será capaz de produzir todas as partículas conhecidas, mas também permitirá estudar as interações de umas com as outras.
E isso não é tudo. "Uma das belezas do ILC é, por exemplo, poder detectar a desintegração do Bosón de Higgs em partículas de matéria negra", explica o físico François Le Diberder, da Universidade de Paris, membro do comitê europeu do ILC. "Lançamos um contra o outro um elétron e o pósitron, cuja aniquilação vai produzir simultaneamente um bosón Z e um Higgs, que se desintegram rapidamente. Observamos unicamente a desintegração do Z. Medimos a energia e a quantidade de movimento de partículas geradas e, dessa forma, podemos deduzir a massa do que partiu à frente e o que não é visto. E se é 126 GeV, é a prova de que o Higgs pode se desintegrar em partículas invisíveis."
Teremos lá o início da resposta a um dos grandes enigmas da física e da cosmologia. A matéria "normal", visível, só forma 4% de tudo o que existe no universo. 22% são feitos de matéria negra e 74% de energia negra. Para a matéria negra, temos boas razões de crer que ela é constituída de partículas.
Por outro lado, a energia negra constitui, na opinião do físico francês, "um mistério total. A energia negra escapa completamente a toda tentativa de descrição em termos de física de partículas. E, a priori, o ILC não foi feito para resolver esse enigma. A não ser que ocorra uma surpresa."
Japão na liderança
Se o LHC foi construído em um antigo túnel do LEP, às portas de Genebra e não muito distante da fronteira franco-suíça, o ILC não o é para o Cern. "Não há nenhuma chance que o acelerador possa ser instalado aqui", confirma Rolf-Dieter Heuer, diretor-geral da instituição. "Pois estamos muito ocupados com o LHC. No momento, o único país candidato capaz de construí-lo em um prazo aceitável é o Japão. O governo japonês parece estar disposto a investir recursos que viriam de fora do setor da pesquisa". Essa é uma vantagem significativa para uma máquina, cujo custo de construção está avaliado em quase oito bilhões de francos suíços.
O comitê japonês de apoio ao projeto propõe abrigar o acelerador em um túnel, nas montanhas de Kitakami, 500 km ao norte de Tóquio. Bastante entusiastas, os japoneses apresentam as características positivas do ILC em um filme promocional. Ele mostra que lá, a teoria do "Big Bang" e a física de partículas são ensinadas já na escola maternal. Ninguém contesta que o país tem as competências científicas e tecnológicas necessárias. E o Centro Japonês para a Produtividade calculou que o ILC significaria mais de 40 bilhões de dólares de benefícios financeiros no espaço de trinta anos e a criação de 250 mil empregos, diretos e indiretos.
No entanto, nada foi decidido. A decisão final é esperada somente para 2015 e outros países podem se candidatar como a Alemanha, Rússia ou os Estados Unidos. A discussão atual gira em torno da forma de organização que irá gerir o futuro projeto. "Isso dependerá das discussões em nível de governos, que ultrapassa nossas competências", explica Rolf-Dieter Heuer. "Por enquanto, ainda estamos nas negociações bilaterais entre o Japão e outros países. Não sabemos se será uma estrutura coligada ao Cern, como uma sucursal. Mas algo está claro: ela só poderá ser uma organização internacional e até global."
Cern continua o Cern
O ILC poderá entrar em serviço entre 2025 e 2030. É nessa data que o LHC chegará ao fim de vida. Mas seria falso de ver no primeiro a versão atualizada do segundo. De fato, como anuncia o diretor do Cern, os dois aparelhos são complementares. "É como na astrofísica, ou seja, observamos o céu com telescópios de luz visível, telescópios de infravermelho, de ultravioletas, radiotelescópios. Tudo isso para ter uma imagem completa. No nosso caso, os diferentes aceleradores examinam questões semelhantes, mas de diferentes pontos de vista."
E o que se tornará o Cern sem o seu LHC, uma vez que a atenção se voltará para o Japão com o seu ILC? "Ao se tratar de cientistas e engenheiros, o centro em Genebra não será tão diferente do que é hoje em dia", explica Rolf-Dieter Heuer. "Vamos participar daqui nas experiências realizadas no ILC. Vamos analisar os dados e trabalhar no sucessor do ILC. Desde que fizemos aceleradores gigantes, tivemos o LEP. Depois, ao chegar aos limites da sua potência, passamos ao Tevatron (um acelerador de partículas circular) do Fermilab para retornar ao Cern com o LHC. Acho que esse vai-e-vem entre os continentes é bastante estimulante e saudável."
De fato, a comunidade de físicos de partículas já pensa na máquina que virá após o ILC. Suas características e seu desempenho dependerão não apenas da evolução tecnológica, mas também e, especialmente, dos resultados que sairão de dez a quinze anos próximos na exploração do LHC.
Para prosseguir a investigação sobre os mistérios finais da matéria, do espaço e do tempo, além do que poderá nos fornecer o ILC, será provavelmente necessário ter um colisor muito mais potente. Ele fará os elétrons se chocarem contra os pósitrons, os prótons contra os prótons ou outras partículas ainda? No primeiro caso, o Cern já tem planos e, nos outros, não faltará o que se pode desenvolver.
Como o ILC vai funcionar?
O acelerador de partículas de nova geração é um complemento ao competente e consagrado colisor LHC. Isso significa, em linhas gerais, que o ILC vai expandir as descobertas já feitas (ou incitadas) por seu precedente esmagando elétrons contra as suas partículas subatômicas “opostas”, os pósitrons – o LHC é capaz de apenas colidir prótons contra prótons (partículas que se encontram “incrustadas” no núcleo dos átomos).
A estrutura do ILC vai contar com um design diferente se comparada às construções tradicionais. Em vez de consistir em um grande círculo no qual partículas subatômicas são “quebradas” (como no caso do LHC), dois enormes tubos lineares paralelos é que serão cravados no solo. Os túneis condutores terão 31 km de extensão e, à potência máxima, vão poder ser registradas cerca de 7 mil colisões por segundo entre pósitrons e elétrons – gerando uma energia total de 500 GeV (gigaelétron-volt, unidade de medida que equivale a um próton).
Quando ligado, cada feixe de colisão será capaz de concentrar 20 bilhões de pósitrons ou de elétrons em uma área menor que a circunferência de um cabelo humano – e isso justifica, portanto, o alto poderio de “quebra de partículas” do acelerador. Por meio da “alta luminosidade” gerada pelos esmagamentos, os cientistas terão à disposição dados mais precisos sobre as propriedades das partículas – fazendo assim com que o quebra-cabeças de nome Universo seja, aos poucos, montado.
O colisor linear vai permitir também que reparos e upgrades sejam facilmente feitos, o que garante ao ILC um alto grau de flexibilidade face aos demais aceleradores de partículas. A obra vai custar em torno de U$$ 7,8 bilhões (mais de R$ 15 bilhões) – praticamente o dobro do valor gasto na construção do LHC.